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Livro: Os grandes desafios do século XXI

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Os grandes desafios do século XXI
Acabado de publicar nos finais de 2012, o livro “Una nueva época. Los grandes retos del siglo XXI” de Emilio Ontiveros e Mauro F. Guillen, conta-nos o estado em que se encontra o mundo desde uma perspectiva macroeconómica.
Neste livro são analisados 7 principais tendências:
1. Uma economia global desequilibrada.
2. O aparecimento de multinacionais procedentes de mercados emergentes.
3. Uma nova demografia. Pela primeira vez na história, vários países, inverteram as suas pirâmides de idade  tendo mais pessoas com mais de 60 anos que  com menores de 20 anos; vive mais gente na cidade que no campo e mais pessoas sofrem de obesidade que de fome.
4. Passou-se de regimes ditatoriais a democracias e estados falidos. Pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial há mais países no mundo afectados pela fragilidade do Estado que países governados por ditadores.No geral, há uma forte diminuição da legitimidade e capacidade do Estado tanto em países desenvolvidos com…

Curso: Migrações Forçadas e Refugiados no Mundo Atual"

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Divulgamos a seguinte informação:
No âmbito do protocolo de colaboração celebrado entre a Universidade Aberta e o Conselho Português para os Refugiados e inserido na oferta em Aprendizagem ao Longo da Vida para o 2º semestre de 2012, a UAb vai realizar o curso Migrações Forçadas e Refugiados no Mundo Atual, sob a coordenação e docência do Professor Lúcio Sousa da Universidade Aberta, e da Professora Mónica Farinha do Conselho Português para os Refugiados (CPR). As inscrições decorrerão entre os dias 2 e 22 de Abril e  o Formulário de Candidatura estará disponível, durante essas datas, em http://www.uab.pt/web/guest/estudar-na-uab/oferta-pedagogica/alv

Unesco lança Atlas Mundial da Igualdade entre sexos

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A UNESCO publicou, no âmbito da celebração do Dia Internacional da Mulher,  um Atlas mundial sobre a igualdade entre os sexos na educação, com mais de 120 mapas, gráficos e tabelas e  numerosos indicadores divididos por sexos. 
Permite visualizar o percurso educativo de crianças de ambos os sexos, em termos de acesso, participação e progresso desde a educação primária até ao ensino superior. Também mostra a evolução das disparidades entre ambos os sexos desde 1970 e a influencia de factores como a riqueza nacional, a situação geográfica e o investimento na educação.
O documento descreve que, nos últimos 20 anos, houve um progesso significativo, mas não equitativo, no nivel de escolarização de crianças de ambos os géneros. As diferenças entre paises desenvolvidos e pouco desenvolvidos continuam a ser substanciais.  
Fonte e mais informação:http://www.uis.unesco.org/Education/Pages/unesco-gender-atlas-2012.aspx

A geografia das dívidas públicas mundiais - Os efeitos da Globalização

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A BBC Newspublicou um excelente  gráfico interactivo sobre "Quem deve quanto a quem". Através do gráfico podemos ver qual é a dívida estrangeira de cada país europeu, alguns dados básicos e a quem se deve exactamente o dinheiro.
Segundo a BBC a divida Portuguesa é de 0,4 biliões de euros (38.000€ por habitante) e devemos dinheiro principalmente a Espanha, França, EUA, Reino Unido, Alemanha e Itália.
Analisando o gráfico, não seria mais fácil anular as dívidas de uns países com as dos outros, de modo a equilibrar as contas?, Parece que não, porque as dividas não são de país a país, mas sim de países aos bancos desses países.
Temos em mãos um dos efeitos negativos da globalização, que quando um pais tem um problema, todos os outros sofrem as consequências.



A Economia da Felicidade

Há uns tempos escrevi sobre aGeografia da Felicidade, hoje venho falar da Economia da Felicidade.
E se em vez  de se medir o Índice Económico do País, se medisse  o Índice de Felicidade? sabem que há países, onde já se fazem estas medições?
Todos nós em algum momento da nossa vida, nos questionamos sobre o que realmente nos faz felizes. Para uns é ter dinheiro, para outros é ter paz mental....cada um tem o seu ideal. Mas, e se em vez de nos preocuparmos tanto com os bens materiais, nos preocuparmos em sorrir mais, preocupar-mo-nos menos e disfrutar mais da vida, com tudo o que ela nos oferece. Este vídeo falamos um pouco de todas estas questões. E, como dizia um professor meu, quando terminava a aula: "Façam o favor de serem felizes!"
http://theeconomicsofhappiness.org/

I Congresso Internacional Sobre Questões Socioeconómicas Territoriais

Data: 25 e 26 de Fevereiro de 2010
Local: São Luís - Maranhão (Brasil), auditório CCSo/UFMA (Universidade Federal do Maranhão)
Temas:
Desenvolvimento e Sustentabilidade
Globalização, Identidade e Diversidade
Educação e Desigualdades
Migrações e Minorias étnicas
Ordenamento dos Territórios Metropolitanos
Renovação Urbana, Parques Temáticos e Espaços Públicos
Violência, Exclusão Social e Justiça
Assistência Pública, Humanismo e Solidariedade
Desenvolvimento Rural
Integração e Cidadania
Tecnologias de Informação e Comunicação

Envio de resumos por e-mail, até 25 de Janeiro de 2010.

Inscrição (até 25 de Janeiro):
Associados/as: 20 euros/60 reais

"Chicken a la carte"

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Este pequeno filme mostra uma parte esquecida da sociedade, (uma pequena grande parte). Fala da fome e da pobreza provocada pela Globalização. O que é inspirador é a esperança e a espiritualidade que nunca os deixou. "Chicken a la carte" foi considerada a curta metragem mais popular no festival em Berlim em Fevereiro de 2006.

A crise segundo Einstein

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Não podemos querer que as coisas mudem, se fazemos sempre o mesmo. A crise é a melhor benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise trás progresso.


A criatividade nasce da angústia como o dia nasce da noite escura. É na crise que nasce os novos inventos, as descobertas e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera-se a si mesmo, sem ficar "superado". Quem atribui a crise os seus fracassos ao seu próprio talento, dá mais importância aos problemas que às soluções.
A verdadeira crise é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a preguiça para encontrar saídas e soluções. Sem crise não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há méritos. É na crise que surge o melhor de cada um, porque sem crise todo o vento é uma brisa agradável.

Falar de crise é promove-la, e calar a crise é exaltar o conformismo.Em vez disto, trabalharemos arduamente. Acabemos de uma vez todas com a única crise ameaçador…