Visualizar a pele digital dos espaços urbanos - VISUALIZAR '08: DATABASE CITY

A evolução da Web a par das Geotecnologias, não pode deixar nenhum geógrafo indiferente a este desenvolvimento alucinante das tecnologias.
No dia 3 de Novembro de 2008 realizou-se em Madrid (Espanha), o colóquio “VISUALIZAR ’08: DATABASE CITY”, dedicado este ano à visualização dos espaços urbanos.
Um dos comunicadores do colóquio – Juan Freire – realizou uma conferência intitulada “Visualizando la piel digital de los espacios urbanos. Como?, para quê?”.
Segundo o autor, nos espaços urbanos é cada vez mais relevante a “pele digital”, a camada de informação digital geolocalizada que informa o cidadão sobre os espaços físicos e as relações sociais que aí se estabelecem. Uma parte desta informação é proveniente de fontes convencionais, como sensores, sistemas de informação públicos ou privados ou meios de comunicação. Mas são os meios sociais os que neste momento geram maiores volumes de informação e são os que têm especial relevância na vida dos habitantes das cidades.
O autor propõe uma estratégia de construção e visualização da pele digital urbana agregando e misturando os meios sociais, e fontes de informação convencionais.
A Geolocalização, as etiquetas, as escalas, a densidade de informação e a participação dos utilizadores obriga-nos a reflectir sobre os motivos que provocam este desenvolvimento de visualizações. Como participam os cidadãos? Proporcionam informação, consomem visualizações, utilizam as visualizações para sua decisões individuais ou colectivas?
Deixo-vos a apresentação de Juan Freire no colóquio.
No dia 3 de Novembro de 2008 realizou-se em Madrid (Espanha), o colóquio “VISUALIZAR ’08: DATABASE CITY”, dedicado este ano à visualização dos espaços urbanos.
Um dos comunicadores do colóquio – Juan Freire – realizou uma conferência intitulada “Visualizando la piel digital de los espacios urbanos. Como?, para quê?”.
Segundo o autor, nos espaços urbanos é cada vez mais relevante a “pele digital”, a camada de informação digital geolocalizada que informa o cidadão sobre os espaços físicos e as relações sociais que aí se estabelecem. Uma parte desta informação é proveniente de fontes convencionais, como sensores, sistemas de informação públicos ou privados ou meios de comunicação. Mas são os meios sociais os que neste momento geram maiores volumes de informação e são os que têm especial relevância na vida dos habitantes das cidades.
O autor propõe uma estratégia de construção e visualização da pele digital urbana agregando e misturando os meios sociais, e fontes de informação convencionais.
A Geolocalização, as etiquetas, as escalas, a densidade de informação e a participação dos utilizadores obriga-nos a reflectir sobre os motivos que provocam este desenvolvimento de visualizações. Como participam os cidadãos? Proporcionam informação, consomem visualizações, utilizam as visualizações para sua decisões individuais ou colectivas?
Deixo-vos a apresentação de Juan Freire no colóquio.
Comentários
Ainda não olhei bem pelo blog todo, mas prometo ver com atenção ok? :)
Mas passa so mesmo para deixar um Beijinho e dizer que admiro imenso a vossa força, admiro.vos muito! :) Hihi Beijinho
Beijinho Grande
Ana Fonseca
Lisete