terça-feira, 12 de junho de 2012

Estudo da CE: "Um olhar sobre crescimento, emprego e inovação nas zonas rurais"


Um estudo realizado pela Comissão Europeia identificou pontos fortes e fracos do emprego, crescimento e inovação em áreas rurais. Neste estudo, os fatores mais importantes que levam ao crescimento rural são recursos naturais e qualidade ambiental, qualidade de vida e da estrutura sectorial da economia.
Por outro lado, as principais barreiras identificadas são a perda de jovens e de crescimento populacional negativo, a presença de mono-sectorial economia, a falta de infra-estrutura decente, o acesso difícil, falta de acesso a banda larga eo baixo nível do capital social e institucional.
Desde a crise de 2008, a taxa de emprego na UE diminuiu (de 70,4% em 2008 para 68,6% em 2010), afetando especialmente mulheres e jovens. Na zona rural, que ocupa 57% da UE e um quarto de sua população, as tendências do emprego ter sido similar, mas mais preocupante é que eles voltaram para as taxas de desemprego em 2006 (em 10%). Mulheres e jovens, embora tenham cada vez mais reconhecidos em áreas rurais, são os grupos mais afectados pelo desemprego.
O estudo revela que certos tipos de apoio aos jovens, atravês de programas de desenvolvimento rural, tem tido uma cobertura e um alcance limitado. Há uma preocupação especial com a entrada no mercado de trabalho pela primeira vez dos jovens e com aqueles que não têm capital ou acesso a ele para investir no seu próprio negócio ou ter oportunidades de trabalho nas suas comunidades locais.
Segundo o estudo, os projetos que integram vários setores e que são definidos num conceito estratégico para o desenvolvimento local proporcionam muito crescimento para as áreas rurais. Também identifica  como vital para a sustentabilidade de muitas atividades, o desenvolvimento de redes entre aqueles que desenvolvem o projeto e  os parceiros locais e regionais.

Estudo completo aqui.




3 comentários:

Anónimo disse...

Boa tarde!
Mais uma vez com artigos e noticias muitissimo interessantes.
Será que este estudo se encontra traduzido para Portugues?
Muito obrigado.
PFurtado

Lisete disse...

Estimado Pfurtado,
Obrigada. Não o encontramos traduzido a Português e, por isso fizemos link para a versão em inglês.

Cumprimentos, Lisete Osorio

Anónimo disse...

Bom dia!
Muito obrigado
PFurtado